Adaptar-se ao imprevisível para minimizar seu impacto negativo

Paulo Lima e Ueslei de Jesus na praia de Busca Vida em Camaçari – Bahia.

Proteger-se da queda é um reflexo, nasce conosco e não requer raciocínio. Basicamente o que o cérebro faz é enviar sinais aos braços para que eles se firmem e protejam seu rosto. Embora essa seja uma reação natural, resistir a queda pode minimizar o danos. Mas não lhe protege do fator imprevisibilidade

No tatame, não sabemos de onde vem o golpe. E embora saibamos resistir, temos a opção de nos adaptar. Partindo deste princípio o bom lutador entende que diante de uma circunstância imprevisível o melhor a se fazer é fluir, por isso, quando projetado, ao invés de resistir tentando travar a queda, ele simplesmente adequa-se a forma de arremesso e amortece a queda.

As técnicas de amortecimento de queda consistem em proteger a cabeça de maneira que o corpo dissipe o impacto proveniente do choque com o chão. Para isso o lutador aproxima seu queixo do peito e ao ser projetado, amortece o impacto, batendo com seu braço esticado no chão. Paralelamente seu corpo também deve estar esticado e de preferencia lateralizado, o que reduz as chances de traumas mais sérios.

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